Os lasers redutores de pelos penetram nos folículos capilares sem criar feridas abertas, tornando-os não ablativos. Eles diferem dos lasers ablativos, como os lasers de CO2, que cortam as camadas superficiais da pele. A inflamação é menor com lasers não ablativos e geralmente dura apenas alguns dias.
cuidados com a pele após fazer depilação a laser
Os tipos de laser utilizados para redução de pelos são os seguintes:
Laser Ruby – emite luz vermelha poderosa com comprimento de onda de 694 nanômetros. Os lasers Ruby podem danificar facilmente as células que contêm melanina, chamadas “melanócitos”, nas camadas superficiais da pele. Esse tipo de laser pode causar hiperpigmentação pós-inflamatória (PIH) em indivíduos negros.
Laser Alexandrita – produz luz infravermelha próxima com comprimento de onda de 755 nanômetros. Os lasers de Alexandrite também podem danificar facilmente os melanócitos e causar PIH em pessoas suscetíveis.
Laser de diodo – emite luz infravermelha próxima com comprimento de onda de 810 nanômetros. Os lasers de diodo penetram nos folículos capilares com poucos danos aos melanócitos. Assim, o risco de PIH para a pele escura é menor.
Laser de ítrio-alumínio-granada dopado com neodímio – também conhecido como laser Nd:YAG. Esses lasers produzem luz infravermelha próxima com comprimento de onda de 1.064 nanômetros. Os lasers Nd:YAG também penetram profundamente, causam menos danos aos melanócitos e representam menos risco de PIH.